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domingo, 9 de janeiro de 2011
Livre Arbítrio
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
[my] kinG's daY :)

domingo, 2 de janeiro de 2011
i could just use ONE wish :)
eQuilíbrio
s. m.
1. Estado de um corpo que se mantém, ainda que solicitado ou impelido por forças opostas.
2. Mecân. Igualdade das forças de dois corpos que obram um contra o outro.
3. Fig. Igualdade.
4. Boa inteligência, harmonia (dentro de um partido,
entre partidos diferentes, entre nações, etc.).
perder o equilíbrio: cair.
É habitual que, no final de cada ano (mesmo que inconscientemente), façamos uma retrospectiva dos 12 meses que deixamos para trás... coisas que deixamos por fazer, outras que não correram como planeado, outras que até correram melhor do que estávamos à espera... outras que simplesmente ficaram de patas para o ar e mudaram completamente o rumo da nossa história.
Faz parte. Passamos grande parte do tempo a planear e a querer ter controle da nossa vida e dos próximos passos que iremos dar, num futuro que ninguém conhece.
Hoje penso que isso não é realmente importante, nem fundamental. Nc teremos controle sobre a nossa vida e as coisas, mto provavelmente, nunca correrão como planeámos!! (as probabilidades são realmente mínimas..) Parece-me sim importante ganhar essa consciência e a capacidade de ser flexível ao ponto de conseguir adaptar-me aos, mais que certos, imprevistos e aos ajustes que temos (quase sempre) que fazer à medida que a vida acontece...
Vivemos presos ao passado, demasiado preocupados com o futuro...
Esquecemo-nos que, no meio desses dois universos surreais, está o mais importante de tudo, e o que de facto é real e plausível de ser vivido - O Presente. Este sim existe e faz toda a diferença. Não 'beber' desse momento que é o agora, é sim assustador, um puro desperdício do nosso tempo (que tem fim)...
Não é fácil viver apenas no 'agora' mas vale a pena.. quando o conseguimos compreendemos o qto a vida é mais plena e quão inútil é 'aprisionarmo-nos' no que foi ou poderá ser...
Tudo acontece na altura certa. O nosso papel é só mesmo disfrutar desta aventura e privilégio que é a vida!!
Por tudo isto, e por tudo aquilo que a vida me mostrou nos poucos e humildes anos da minha existência:
Desejos; 'wish lists'; bens materiais; planos para os próximos 12 meses....
Nada disso faz sentido para mim hoje... A vida é demasiado curta e imprevisível para tudo isso...
Num piscar de olhos tudo muda; acaba; começa; acontece...
Tenho sim objectivos e metas a alcançar.
Sei o que quero e o que não quero, e o que é realmente importante para mim. Como e quando vou lá chegar não importa. O único plano que tracei foi deixar a vida acontecer, viver um dia de cada vez.. tentar atingir o equilíbrio de todas as coisas. Quando isso acontecer :) tudo estará onde deve estar. Não importa se a forma como lá cheguei foi a que eu tinha 'planeado' :) o que importa é chegar. Aceitar isto é ser verdadeiramente livre e abraçar a serenidade... é compreender a inutilidade do sofrimento e permitir-se simplesmente viver!
BOM ANO !!!
domingo, 12 de dezembro de 2010
Ever thine, ever mine, ever ours
Simples e delicioso este excerto...
Be calm
love me
Today
Yesterday
what tearful longings for you
You
You
my life
my all
farewell
Oh continue to love me
never misjudge the most faithful heart of your beloved
Ever thine, ever mine, ever ours" .
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
iDaDe paRa sEr fEliZ ...
sábado, 27 de novembro de 2010
SwEEt 'n seXy
domingo, 21 de novembro de 2010
# O filMe dO desassOssegO, de jOãO bOtelhO
desassossego (ê)Um sobre a autonomia grandiosa do som dos textos que, quando são lidos em voz alta ou voz baixa, se elevam muito para cima do seu criador, tornando a escrita maior que o sujeito que a criou; e, outro, sobre a noção de tempo, a sua distorção, ideias que se ajustam na perfeição à noção do tempo cinematográfico. Há ainda uma pequena frase maravilhosa sobre a luz: “A mesma luz que ilumina a face dos santos e os sapatos do homem comum.” Não foi preciso mais nada para eu ficar contente. Alcançar o grão da voz, encontrar os ritmos de música verdadeira e grandiosa dos fragmentos do livro. Leiam-no em voz alta ou voz baixa, como diz Pessoa. O aperto que sentem no peito não é de gloriosa felicidade? Os olhos não ficam rasos de lágrimas e o cérebro efervescente? Distorcer o tempo e as imagens, pôr em causa o modo de as ver (utilização de diferentes velocidades, ralentis, acelerações e até lentes anamórficas, embaciadas, desfocadas) pintar o espaço com cores excessivas, não realistas, mas também fazê-las esmorecer, quase desaparecer, chegar aos tons secos, e até à pureza da gama de cinzentos, do preto e do branco. Bernardo Soares, um homem con- temporâneo, de aspecto normal, indecifrável do comum dos mortais, mas com a angústia e o tédio desespe- rado de um funcionário modesto, e Lisboa uma cidade misteriosa, labiríntica e profunda, de inquestionável beleza e luminosidade. “Oh, Lisboa meu lar!” Todos os outros personagens e todos os incidentes que os envolvem são, na vertigem dos sons das frases que os fazem existir, parte do desassossego do ano 2010 da nossa era.
JOÃO BOTELHO • Setembro de 2010
Hora Local Universidade - Grande Auditório de Gambelas Criado por
P.S. # ESTE VOU FAZER DE TUDO PARA NÃO PERDER!!! :)